domingo, 22 de dezembro de 2013


Para pensar...

A INTERNET das coisas será uma grande revolução. Novas oportunidades disruptivas de negócios se apresentarão, em breve.

- Em 2020, o Gartner está prevendo que teremos 37,3 bilhões de dispositivos conectados, resultado da combinação de 7,3 bilhões de dispositivos e 30 bilhões de sensores;

Serão bilhões de Chips inteligentes conectados, dentro dos produtos consumidos - com dados transmitidos e sendo analisados em tempo real - gerando informação dinâmica de cada Contexto.

Imagine o impacto disso no marketing e na logística!

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Big Data: a próxima fronteira

Big Data: a próxima fronteira


 
Por Patricia Barcelos
Aos que trabalham no mercado digital há mais de uma década e tiveram a oportunidade de acompanhar o crescimento e a decadência de vários modelos de negócios tidos como definitivos – de vidas virtuais à compras coletivas – já não se impressionam mais com a sopa de letrinhas que tomou conta da internet comercial nos últimos anos. RTB, RTG, DSP, SSP, DCO são somente algumas das mais conhecidas. Mas uma delas em particular, merece uma atenção especial dos estrategistas de plantão.

Data Management Platform – ou DMP para os íntimos – surgiu a partir de necessidades de mercado: cada vez mais empresas e veículos agregam dados a partir de fontes diversas. Com o intuito de entender o valor (e a aplicação) real dessas informações, nasceu uma tecnologia orientada para coletar, integrar, gerenciar e aplicar grandes volumes de dados.

Atualmente, uma parte muito pequena desses dados conversam entre si, a maioria estão concentradas em silos diversos e não permitem uma visão holística da comunicação. Exemplo: não se sabe hoje se o usuário que foi impactado por um banner ou que visitou alguma das plataformas digitais da marca é o mesmo que clicou em um link patrocinado ou foi impactado por um social ad. Estamos impactando o mesmo usuário, com a mesma mensagem, milhares de vezes, sem controle algum de alcance e frequência, desperdiçando budget e consequentemente diminuindo o ROI das campanhas.

Outro ponto é que o conceito de propriedade de dados/cookies das marcas está se tornando cada vez mais importante no mundo da compra programática de audiência e plataformas de DMP surgem com a missão de fornecer um controle centralizado, proprietário e anônimo – um hub central – dessas informações, permitindo gerir, analisar e utilizar essa inteligência como fator-chave para validar estratégias e otimizar campanhas digitais.

Como o DMP faz isso? Agregando dados de audiência que permitem uma segmentação mais precisa, oferecendo novos tipos de análises (tais como multi-touch attribution), permitindo decisões mais inteligentes na otimização de estratégias digitais.

DMPs trabalham melhor associadas com DSPs, mas há diferenças vitais entre as tecnologias. Enquanto as DSPs fornecem uma solução de real time bidding, a DMP fornece inteligência através de todo o mix digital (display, vídeo, mobile, search, social…) permitindo análises de post buying amplas e consequentemente uma aplicação de conhecimento mais efetiva na estratégias digitais e de mídia.

Todos esses dados integrados constitui o que chamamos de BIG DATA. O entendimento e boa aplicação desses dados consolidados será um marco divisor no futuro da compra de mídia.

E como escolher um parceiro ideal para que eu comece agregar meus dados?

Antes de escolher o seu DMP, você precisa ter em mente quais as suas necessidades reais. Segundo Eugene Becker, Vice President de Analytics da Xaxis – empresa irmã do Media Innovation Group – o principal critério para a seleção do DMP é a universalidade e sugere três dicas que podem ajudar nessa escolha:

Primeira dica: O seu DMP precisa ter a capacidade de integrar todas as fontes de dados de audiência: quanto mais você sabe sobre o seu cliente, mais exata será a sua segmentação e maior o seu ROI. Então você deve mapear via DMP os dados de audiência de todas as fontes possíveis – analytics, social, display media, search, vídeo e por aí vai.

Os benefícios dessa abordagem integrada são evidentes no sucesso diário da campanha. Clientes que conseguem sucesso na trabalhosa e demorada integração de dados, no mínimo duplicam seus resultados.

Segunda dica: Uma vez que a marca possui o controle preciso dos seus dados, o próximo desafio é atingir esse público através de um universo cada vez maior de meios de comunicação. Por isso, o DMP deve ter a capacidade de atingir públicos de todas as fontes de mídia display e vídeo, incluindo inventário de exchanges, adnetworks e publishers em geral.

A justificativa para o alcance universal é simples – quanto mais mídia você é exposto, mais fácil de classificá-lo dentro de um determinado comportamento de navegação. Ou seja, quanto mais precisos forem os perfis de audiência construídos, maior a chance de você entregar sua impressão para um “cookie” que possui maior chance de conversão na sua campanha.

Terceira dica: Tendo o controle do processo de compra de mídia digital, é crucial que o seu DMP forneça insights a partir de todas as plataformas digitais. O DMP também precisa analisar as exposições entre a mídia e o site do cliente. O tagueamento via DMP deve acontecer em todos os pontos de contatos digitais da marca. Atribuição, frequência e sequências de criativos dependem disso.

O segredo aqui é captar o máximo de interações de marca, construir refinados perfis de audiência, ao mesmo tempo que mensura, analisa e otimiza todo o mix de mídia.

As marcas que souberem usar esses diferenciais à seu favor, certamente ganharão relevância no ecossistema digital. E sua marca, já está preparada?

Inter-Meios: setor cresce 5,98% em 2012



Inter-Meios: setor cresce 5,98% em 2012

Apesar da baixa econômica e do fraco crescimento em 2012, mercado publicitário chegou a R$ 44,85 bilhões, dos quais R$ 37,69 bilhões em investimento em mídia

Rodrigo Manzano| »
18 de Março de 2013 • 08:00 • Última atualização: 18 de Março de 2013 • 12:50

Investimentos em mídia cresceram, apesar das dificuldades gerais
+ Investimentos em mídia cresceram, apesar das dificuldades gerais Crédito: Fotolia
Marcado pelo baixo crescimento econômico, crise financeira e mobilização para redução de juros e contenção da inflação, para o mercado publicitário o ano de 2012 foi de revisão dos cenários projetados ao longo dos últimos anos. O volume total de investimentos brutos publicitários em mídia chegou a estimados R$ 37,69 bilhões em 2012, valor 5,98% maior que a movimentação em veiculação publicitária em 2011. A partir deles, estima-se que o bolo publicitário total em 2012 tenha sido de R$ 44,85 bilhões, considerando-se que, no ano passado, o valor represente 80% do montante final das verbas investidas e agregado a um valor para a produção das peças veiculadas (calculado em 19%). Os dados são do Projeto Inter-Meios, coordenado por Meio & Mensagem e auditado pela PricewaterhouseCoopers. Em dólares, isso equivale a US$ 22,86 bilhões e coloca o Brasil entre os cinco maiores mercados mundiais, ao lado de Estados Unidos, Japão, China e Alemanha, acima do mercado britânico, em comparação com o ranking da ZentithOptimedia.
O  montante auditado pelo Projeto Inter-Meios chega a R$ 30,15 bilhões e os meios que registraram maior crescimento no ano foram cinema (22,34%), digital out of home (22,2%) e TV por assinatura (12,26%). Já os veículos com pior performance foram painel (-23,83%), guias e listas (-14,83%), mídia exterior móvel (-14,4%) e revistas (-5,43). Ao confrontar um crescimento médio de 5,98% com a inflação de 5,84% em 2012 (IPCA/IBGE), percebe-se que o mercado se manteve estável (veja dados abaixo).
Os meios que mais receberam verba publicitária foram TV aberta – que cresceu 8,33%, variação acima da média – e alcançou R$ 19,51 bilhões, o que equivale a 64,7%, valor histórico. Segundo análises correntes no mercado, em anos de incertezas econômicas, os meios mais consolidados tendem a se beneficiar da dúvida e acabam recebendo mais investimentos, como o caso da televisão.
Jornais ocupam o segundo lugar do ranking de investimentos, apesar do crescimento próximo a zero (0,67%) em relação ao ano anterior, acumulando R$ 3,38 bilhões. Em seguida vêm revistas – que apesar da retração continua no terceiro lugar –, com 4,36% de participação no bolo; internet (4,36%), TV por assinatura (4,44%); rádio (3,93%); mídia exterior (3,03%); guias e listas (0,9%) e cinema (0,35%).
Análise
Executivos ouvidos pelo Meio & Mensagem avaliam que o ano começou com boas expectativas, mas o segundo semestre fez o desempenho recuar, principalmente quando o mercado anunciante conteve os investimentos em comunicação em decorrência da crise europeia. Meios que têm mais vínculo comercial com o setor de bens de consumo foram beneficiados. Já meios que dependeram mais da verba de automotivos importados – como revistas, por exemplo – ou do segmento imobiliário – caso dos jornais – sentiram dificuldades. Para eles, o ano de 2012 serviu para que as metas fossem revistas e que o otimismo registrado na década fosse encarado com mais precaução. O ano foi o segundo pior dos últimos 10, acima apenas de 2009, imediatamente posterior à crise financeira norte-americana.
Investimento publicitário em mídia - 2012
+ Investimento publicitário em mídia - 2012 Crédito: Projeto Inter-Meios / Meio & Mensagem
 
Divisão do investimento em Mídia Exterior
+ Divisão do investimento em Mídia Exterior Crédito: Projeto Inter-Meios / Meio & Mensagem
 
Metodologia

O Projeto Inter-Meios é um relatório de investimento em mídia no País tabulado pela empresa de auditoria PricewaterhouseCoopers com exclusividade para o Grupo Meio & Mensagem, que coordena o projeto. O trabalho mede, mês a mês, os investimentos em veiculação feitos pelos anunciantes na mídia brasileira. Estima-se que, em 2012, ele tenha contemplado 80% do total das verbas, já que parte significativa do investimento em internet, jornais e rádios ainda não pode ser mensurado pelo projeto. Os participantes encaminham seus dados diretamente à auditoria. Informações completas podem ser obtidas no endereço www.projetointermeios.com.br

Leia reportagem completa e análises de executivos do mercado sobre os resultados do Projeto Inter-Meios na edição impressa do Meio & Mensagem

Mercado digital cresce 32% em 2012, atingindo R$ 4,5 bi em publicidade

IAB Brasil projeta mais 32% de crescimento para 2013, chegando a R$ 6 bi e consolidando a Internet como o segundo maior meio para a publicidade


São Paulo, 27 de março de 2013 – Em coletiva realizada hoje, o Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), principal órgão representativo do segmento digital interativo brasileiro, apresentou projeções de faturamento e crescimento da publicidade digital para 2013. O mercado publicitário na Internet atingiu 32% de crescimento e se consolida como o segundo maior meio em participação no bolo publicitário, ultrapassando jornais e ficando atrás apenas da TV.

As estimativas da entidade apontam que o investimento em publicidade online deve crescer os mesmos 32% em 2013 (número que considera display, social media, search e classificados), o que representará R$ 6 bilhões em compra de mídia projetada para este ano.

“O Digital oferece aos anunciantes alta efetividade aliada a ferramentas de mensuração muito poderosas”, afirma Rafael Davini, presidente do IAB Brasil, que aposta no contínuo crescimento da Internet. “É por essas características que vemos uma migração de investmentos do offline, tanto de TV quanto de impressos, para o Digital”, diz.

Os dados foram apresentados por Rafael Davini junto com os membros da diretoria da entidade: Marcos Swarowsky (VP de Veículos), André Zimmermann (VP de Agências), Roberto Eckersdorf (VP de Fornecedores) e Marcelo Lobianco (VP executivo do IAB ). Na ocasião, também foi apresentado o plano de ação do IAB para 2013, com foco em 3 pilares – Conteúdo, Educação e Eventos. “O nível de conhecimento produzido pelos comitês do IAB é muito alto. Nossos 200 associados, divididos entre agências, fornecedores e veículos, são as pessoas que estão construindo o mercado digital. Vamos aproveitar cada vez mais esse conteúdo, criando cursos presenciais, e-learning, eventos e ações in company. O primeiro evento é o Mobile Day, que acontece 18 de abril, no Centro Britânico”, afirma Marcelo Lobianco.

img_graficos_iab_investimento

terça-feira, 3 de julho de 2012

Novas Estatísticas sobre o Consumidor Brasileiro


A empresa brasileira de pesquisas Cetelem BGN divulgou recentemente seu relatório anual O Observador, baseado em entrevistas realizadas com consumidores em 70 cidades por todo o Brasil. Analisamos minuciosamente esse relatório de 100 páginas e apresentamos, abaixo, suas constatações mais relevantes para anunciantes, publicitários e profissionais de mídia.

A classe C continua crescendo
O Brasil tem experimentado profundas mudanças econômicas nos últimos anos. Em 2005, 51% da sua população era composta de pessoas das classes D e E, enquanto 34% pertenciam à classe média C e 15% às classes AB, mais altas. Em 2011, no entanto, a classe média tornou-se a maioria: 54% da população. Atualmente, 103 milhões de brasileiros da classe média constituem o maior segmento de consumo do país.

O que o consumidor está comprando mais?
Em resposta a uma pergunta sobre o que pretendiam efetivamente comprar nos próximos meses, os brasileiros entrevistados na pesquisa mencionaram, principalmente, móveis (31%), eletrodomésticos (30%), viagens (25%), televisores/produtos de vídeo (19%), celulares (17%) e computadores (16%). Os membros das classes AB — 42 milhões de pessoas — indicaram uma intenção mais forte de consumir móveis, viagens e eletrodomésticos.

Acesso cada vez mais amplo à internet
Os resultados da pesquisa da Cetelem BGN revelam que a penetração da internet no Brasil alcançou a marca dos 44%, percentual compatível com o calculado pela comScore, segundo a qual 85 milhões de brasileiros de uma população total de cerca de 193 milhões de habitantes têm acesso à internet atualmente. Já a taxa de penetração da internet calculada para a classe C, de 43%, é quase igual à estimada para o país como um todo.

Compras on-line estão em alta
Um número cada vez maior de brasileiros está pesquisando produtos na internet antes de comprá-los e fazendo isso com mais frequência quando se trata de produtos eletroeletrônicos, pacotes de viagens e produtos culturais. A pesquisa revelou que 23% dos brasileiros compram produtos pela internet, o que significa que 44 milhões de pessoas participam do mercado de comércio eletrônico no Brasil. Os dois elementos promocionais que os compradores on-line do Brasil mais valorizam são os descontos promocionais (66%) e o frete grátis (48%).
A maioria dos brasileiros que fazem compras na internet (81%) usam cartões de crédito, enquanto 46% usam boletos bancários e 11% recorrem ao sistema do crediário.

Compras em dinheiro ainda superam as feitas com cartão de crédito
De acordo com o relatório O Observador 2012, 33% dos brasileiros possuem um cartão de crédito e 35% têm cartões de débito, enquanto 18% têm cartões de crédito emitidos por diferentes lojas. A pesquisa revela que a taxa de penetração dos cartões de crédito chega a 57% mesmo entre as classes AB do país. Entre os brasileiros titulares de cartões de crédito, quase metade (47%) possui um cartão e 31% têm dois, enquanto apenas 3% possuem cinco ou mais. Para a maioria dos itens pesquisados no Brasil, como alimentos, roupas, contas domiciliares, contas de telefones, contas de gás, remédios e entretenimento, o pagamento em dinheiro é, de longe, o método preferido.



Fonte: http://newsletter.usmediaconsulting.com/2012/06/novas-estatisticas-sobre-o-consumidor-brasileiro-2/?lang=pt-br

quinta-feira, 7 de junho de 2012

terça-feira, 5 de junho de 2012

Deu na Folha.com 16/05/2012

DF tem o maior nível de acesso à internet no Brasil
 
VENCESLAU BORLINA FILHO
DO RIO -

O Distrito Federal é a unidade da federação com mais computadores e acesso à internet no Brasil, segundo novo mapa da inclusão digital elaborado pela FVG (Fundação Getúlio Vargas) e apresentado nesta quarta-feira (16) no Rio.

Segundo o estudo, 66,5% dos domicílios têm computador, sendo 58,7% com acesso a internet.

O segundo Estado no ranking é São Paulo, com 57% dos domicílios com computadores e 48,2% com acesso a internet.

Santa Catarina e Rio de Janeiro duelam a terceira e quarta posições no ranking. Isso porque o Estado da região Sul têm 54% dos domicílios com computador, enquanto no Rio são 52,8%. Porém, o Estado fluminense tem maior percentual de acesso à internet, de 43,9%, enquanto Santa Catarina têm 41,6%.

O pior Estado na lista é o Maranhão. Apenas 15,1% dos domicílios têm computador, sendo 11% com acesso à rede mundial. O Estado que o antecede é o Piauí, com 17,4% das casas com computador e 12,9% com internet.

Entre os municípios, São Caetano do Sul é o recordista com mais computadores e acesso à internet. De acordo com o estudo, 77,6% dos domicílios têm computador, sendo 74,1% com acesso à rede mundial.

O município pior colocado é São Lourenço do Piauí (PI), onde 0,43% das casas têm computador e não há acesso à internet. Os dois municípios que antecedem estão localizados no Pará -São João da Ponta e Chaves.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Facebook passa Orkut e vira maior rede social do Brasil, diz pesquisa

Rede social de Zuckerberg cresceu 192% em um ano, revela comScore.
Em agosto, Ibope tinha anunciado resultados semelhantes.


O Facebook se tornou a maior rede social no Brasil, ultrapassando o Orkut, durante o mês de dezembro de 2011, segundo dados da comScore divulgados nesta terça-feira (17). Pesquisa da companhia mostrou que a rede fundada por Mark Zuckerberg atraiu 36,1 milhões de visitantes durante o período, superando os 34,4 milhões registrados pela rede social do Google.
Em 2011, o Ibope já havia encontrado resultado semelhante com dados de agosto. O estudo mostrou que, naquele mês, houve 30,9 milhões de usuários únicos para o Facebook contra 29 milhões para o Orkut.

“O rápido crescimento do Facebook no mercado brasileiro foi uma das histórias mais interessantes de 2011”, disse Alex Banks, analista da comScore no Brasil, segundo comunicado da empresa. Houve aumento de 192% do número de visitantes ao Facebook no último ano.
Segundo Banks, o Brasil é um mercado social “muito particular” e tem a quinta maior população em redes sociais em todo o mundo. “Apesar de haver uma afinidade cultural com as mídias sociais, a adoção do Facebook foi lenta. Isso mudou em 2011, quando o site triplicou de tamanho”, completa.
Seguindo o Facebook, na liderança, e o Orkut, as redes mais populares no país são o Windows Live e o Twitter –em terceiro e quarto lugares, respectivamente.
Perfil
De acordo com a comScore, as mulheres passam mais tempo no Facebook do que os homens no Brasil –elas ficam 5,3 horas no site, contra 4,1 deles. Além disso, pessoas com idades de 25 a 34 anos representam a maioria dos visitantes do site e 30,6% da audiência total.
“Geograficamente, os visitantes do Rio de Janeiro e do Distrito Federal tiveram um maior ‘engajamento’ no site. Os visitantes de São Paulo respondem por mais de um terço dos visitantes do endereço”, informa a companhia, em comunicado.
A comScore é uma das maiores empresas do mundo que se dedicam a pesquisas sobre a internet e o mundo móvel.

Do G1, em São Paulo
Mídias Sociais: estatísticas para 2012

O Facebook adicionou mais de 200 milhões de usuários no último ano. O Twitter agora possui 100 milhões de usuários ativos e o LinkedIn tem mais de 64 milhões de usuários só na América do Norte. 2011 foi um ótimo ano para as mídias sociais! A empresa de marketing digital Dream Systems Media coletou dados fornecidos pela AdAge e converteu em um infográfico bem interessante, com estatísticas que dão o pontapé inicial para 2012

Link da imagem:
http://www.midiassociais.net/2012/01/midias-sociais-estatisticas-para-2012/#more-7855

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

REDES SOCIAIS BRASIL - NÚMEROS

Segundo a ComScore, 79,1% dos usuários brasileiros de internet visitaram o Orkut em julho, serviço em que o País é Líder.

52% usaram o Facebook e 27% o Twitter.

Resumindo: Não dá para as empresas viverem sem um trabalho consistente nas Redes Sociais. Sua marca pode estar sendo comentada neste exato momento e espero que você esteja monitorando e se relacionando - levando conteúdo relevante, fazendo branding e atendendo as necessidades do seu cliente.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

GOOGLE WALLET CHEGANDO!

Seu próximo celular vai servir para pagar contas e muitas outras coisas mais


Coming soon: make your phone your wallet

5/26/2011 09:20:00 AM
(Cross-posted on the Google Commerce Blog and Google Mobile Blog)

Today in our New York City office, along with Citi, MasterCard, First Data and Sprint, we gave a demo of Google Wallet, an app that will make your phone your wallet. You’ll be able to tap, pay and save using your phone and near field communication (NFC). We’re field testing Google Wallet now and plan to release it soon.

Google Wallet is a key part of our ongoing effort to improve shopping for both businesses and consumers. It’s aimed at making it easier for you to pay for and save on the goods you want, while giving merchants more ways to offer coupons and loyalty programs to customers, as well as bridging the gap between online and offline commerce.

Because Google Wallet is a mobile app, it will do more than a regular wallet ever could. You'll be able to store your credit cards, offers, loyalty cards and gift cards, but without the bulk. When you tap to pay, your phone will also automatically redeem offers and earn loyalty points for you. Someday, even things like boarding passes, tickets, ID and keys could be stored in Google Wallet.


At first, Google Wallet will support both Citi MasterCard and a Google Prepaid Card, which you’ll be able to fund with almost any payment card. From the outset, you’ll be able to tap your phone to pay wherever MasterCard PayPass is accepted. Google Wallet will also sync your Google Offers, which you’ll be able to redeem via NFC at participating SingleTap™ merchants, or by showing the barcode as you check out. Many merchants are working to integrate their offers and loyalty programs with Google Wallet.

With Google Wallet, we’re building an open commerce ecosystem, and we’re planning to develop APIs that will enable integration with numerous partners. In the beginning, Google Wallet will be compatible with Nexus S 4G by Google, available on Sprint. Over time, we plan on expanding support to more phones.

To learn more please visit our Google Wallet website at www.google.com/wallet.

This is just the start of what has already been a great adventure towards the future of mobile shopping. We’re incredibly excited and hope you are, too.

Deu na Nielsen

O relatório mais recente da Nielsen define o market share de smartphones nos EUA com 36% para o Android seguido pelo iOS com 26% e RIM BlackBerry OS com 23%. Windows Phone, Windows Mobile, Symbian, Web OS e Palm OS dividem os 15% restantes.

sábado, 7 de maio de 2011

Zeitgeist Digital

Espírito do tempo e forma como a sociedade compreende o mundo, em uma determinada época: definição de “Zeitgeist”. Este formidável termo da filosofia e hermenêutica alemã, uma vez misturado com “digital” e “colaboratividade”, serve bem de instrumento para entender melhor o que se passa na mente do homem hiperconectado de hoje.

O mundo mudou sim! Superados os saudosismos de épocas passadas e uma vez remixadas todas as culturas e visões de mundo anteriores, muito se fala na potencialização da cultura com o uso das chamadas máquinas digitais coletivas: cibercultura das inteligências pontencializadas pelas trocas em mídias sociais.

A famosa frase, “O Meio é a Mensagem” de McLuhan já foi extrapolada para “O meio-mensagem é a rede”! Estamos na era onde “personas digitais” e “máquinas sociais”, como Facebook, blogs e Twitter - que ampliam nossa capacidade de gerar informação e de estamos conectados a milhares de pessoas - nos permitem interagir com esse coletivo em tempo real. É tempo de ubiqüidade, de telepresença e, principalmente, de expansão de nossa inteligência e cognição de novos contextos.

A Cibercultura pressupõe um momento único na história da humanidade, que só é possível graças ao advento das chamadas mídias sociais. Cada pessoa e sociedade é também elemento de mídia e agora pauta ou replica os acontecimentos, fazendo do dia-a-dia das assessorias de imprensa um verdadeiro inferno.

Se no passado o homem meramente consumia, agora ele replica e versiona o que lê, vê e sente. Recria marcas, causas ou redefine figuras públicas. Não somos meramente “papa-notícias”, mas simplesmente analisamos e agregamos algo no que consumimos. Época de “Tropicália digital” e “autofagia coletiva” – somos uma Tribo de nômades e bits em busca de conteúdos inteligentes.

Pessoas como Luciano Huck, apresentador pop, quando usa seu Twitter e credibilidade para ajudar vítimas das enchentes no Rio, mobilizando pessoas em causas urgentes ou mesmo aquele tiozinho que compartilhou um video no YouTube, sobre uma marca de refrigerador que simplesmente “não-resolveu-o-problema-dele.com”, são agentes sencientes dessa mudança, ou seja, perceberam que são mídia, conscientizaram-se de seu poder de influenciar pessoas e o estão exercendo plenamente.

A capacidade de compartilhar e de se tornar um membro influenciador/líder de um grupo de pessoas se torna, cada vez mais, um objeto de desejo do "homem-mídia" – sim, influenciar algumas pessoas é poder. Reforçar causas de real valor ao liderar grandes grupos e com o uso de mídias sociais é poder, só que adicionado a nitroglicerina. Interagir trazendo conteúdo de relevância é formar credibilidade entre seu grupo de “amigos virtuais" , é formar reputação digital.

Conectados que estamos, vamos então compartilhar idéias e culturas, remixar informação e qualificar nossas fontes (feeds and friends) para ganhar tempo e efetividade. Que tal finalmente potencializar nosso entendimento do mundo e do que se passa de importante no planeta e não só na cidadezinha onde moramos. Ver o mundo como uma magnífica “cyber-aldeia”, onde o problema ou solução de uma sociedade impacta o resto do planeta como nunca antes impactou. É a era do “Homus Conectus” - aquele que influencia em rede de forma consciente e relevante, que usa e reprograma sua realidade, seu contexto, em benefício de si próprio e principalmente do coletivo.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Economia da Relevância

Economia da Relevância: é só isso o que importa na comunicação de hoje. Em tempos de excesso de informação, audiências fragmentadas, múltiplas telas e gadgets, é importante focar na relevância da informação para o Público. Nada de novo, os gregos da "estética da recepção" já falavam sobre isso.

Adaptar a comunicação para cada meio também é fundamental, o suporte é importante e deve receber o conteúdo devidademente adaptado.

sábado, 5 de março de 2011

GOOGLE ANDROID ASSUME LIDERANÇA NO EUA

O sistema Android, do Google, para dispositivos móveis tornou-se o mais usado em smartphones nos Estados Unidos, com 31,2% de participação em janeiro deste ano, segundo a empresa de análise e métricas online comScore.

A plataforma do Google, que detinha apenas 7,1% do mercado americano em janeiro de 2010, tomou o lugar da Research In Motion, fabricante dos dispositivos BlackBerry, que passou a contar com 30,4% do mercado. A Apple manteve o terceiro lugar com 24,7% de participação em janeiro.

Em quarto lugar no ranking está a Microsoft, presente em menos de 10% dos smartphones americanos, seguida pela Palm e pelo sistema Symbian, da Nokia, ambos com cerca de 4% do mercado nos EUA.

fonte: Valor Econômico